Hoje pela manhã aproveitei que era cedo e resolvi procurar algum filme na TV para passar mais um tempinho relaxando e tomando o café matinal. Então, assisti a um filme chamado "Amor em Middleton". Não entrarei em detalhes sobre a trama do filme, pois essa postagem não é sobre ele em si, mas sobre o que ele me ajudou a refletir.
Bom, a história é sobre um pai e uma mãe que vão levar seus respectivos filhos para conhecer a universidade. Eles se conhecem e acabam deixando os filhos irem para o tour sozinhos e ficam juntos fazendo um "tour particular". O pai e a mãe passam por momentos engraçados, descontraídos e emocionantes juntos, e, descobre-se que os dois estão passando por crises em seus casamentos. Daí começa, então, a surgir o "clima" entre os dois. Com o decorrer da trama, você se pega torcendo para que fiquem juntos e lembra que ambos são comprometidos com outras pessoas que, coincidentemente não estão em cena. É sobre isso que quero falar.
Vivemos em uma sociedade em que certos valores estão sendo abandonados e coisas que são erradas estão se tornando tão comuns que parecem certas. Mas não é porque o mundo diz que está certo que devemos concordar. Estou falando de relacionamentos. Hoje, os indivíduos andam tão egoístas que colocam seus desejos antes de qualquer coisa. Querida (o), para Deus não tem "carpe diem". Não tem o "aqui e agora" porque tudo o que você fizer agora terá uma consequência depois que pode não agradar a Ele.
Penso que justamente por conta dessa individualidade que os relacionamentos estão sendo tão fracassados. A nossa geração é a do "Quebrou? Joga fora!". Pessoas e sentimentos não são objetos de sucata. Antigamente os relacionamentos duravam mais porque era ensinado que se algo desse defeito era preciso concertá-lo. Todo relacionamento tem dificuldades e todas as pessoas erram, mas amar é lutar para concertar. Se um casamento está em crise é sinal de que é preciso tratar dele, e não arrumar outro parceiro (a). Seu cônjuge (ou namorado) não é de borracha. Há sentimentos ali dentro.
A Palavra de Deus já nos avisou que o amor de muitos se esfriaria. Mas não deixe o seu esfriar. Podemos não conseguir fazer as pessoas voltarem a ser fiéis e se amarem de verdade, mas podemos proteger nossos lares desse mal-do-século: o desamor, a plasticidade dos relacionamentos. Não se deixe levar pelo que a mídia mostra como bonito. "Ah, mas não está dando certo mais!"; "O problema é que eu não reconheço mais a pessoa com quem eu casei!".... Faça dar certo! Se você não a conhece mais, comece a reconhecer! Agora, se for um caso em que a pessoa se tornou algo muito ruim e difícil de se conviver, talvez você não tenha orado muito antes de se relacionar, certo?!
Nosso problema é não querer o Merthiolate que arde. Queremos tudo rápido e fácil. Relacionamento não é Internet. Você não conhece verdadeiramente uma pessoa pesquisando no Google. É preciso entrega, trabalho, paciência e muito amor. Então, escolha lutar contra o que o mundo quer que aceitemos. Lute por sua família.
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